terça-feira, 30 de agosto de 2011

O Planeta é dos Macacos?

O filme “Planeta dos Macacos – A Origem” estreou no Brasil batendo record de bilheteria, ultrapassando os “Smurfs” que ficou três semanas em primeiro lugar.
Planet of the Apes “O Planeta dos Macacos” (título no Brasil) é um filme de ficção científica, baseado no romance de Pierre Boulle, La planète des singes.

História do Livro
Os principais eventos do livro são contados a partir de uma história paralela, na qual Jinn e Phillys, um casal em cruzeiro amoroso numa espaçonave, encontram uma mensagem numa garrafa à deriva no espaço. A mensagem dentro da garrafa é o diário de bordo do astronauta Ulysse Mérou, que acredita ser o último ser humano restante no universo, mas escreveu a sua história na esperança de que alguém, algures, a ache.

O escritor da mensagem, o protagonista, começa por explicar que era amigo do Professor Antelle, um génio cientista da Terra, que inventou uma espaçonave sofisticada que podia viajar em velocidade próxima à da luz. O protagonista, o professor e um médico chamado Levain decolam a nave para explorar o espaço sideral. Viajam até ao sistema solar mais próximo em que o professor teoriza ser capaz de abrigar vida, que é o do sol vermelho Betelgeuse, destino esse que lhes custará 350 anos para atingir. Devido à dilatação do tempo, contudo, a viagem parecerá aos tripulantes durar somente dois anos.

Eles chegam ao distante sistema e descobrem lá haver um planeta muito similar à Terra, ao qual dão o nome Soror("irmã", em latim), "por causa da sua parecença com a Terra." Ao aterrar no planeta, descobrem que conseguem respirar-lhe o ar, beber-lhe a água, e comer da vegetação local. Logo encontram outros seres humanoides no planeta, muito embora estes ajam primitivamente como chimpanzés e destroem as roupas do professor e do protagonista. Ulysse e o professor estabelecem-se com os humanos primitivos por alguns dias, na esperança de os civilizar e aprender a sua língua. Ulysse apaixona-se por uma deles, chamada Nova.

Ao fim desse período, eles espantam-se de ver um grupo de caçadores na floresta, consistindo de gorilas, orangotangos e chimpanzés usando armas e máquinas. Os símios vestem-se idêntico aos humanos da Terra do século XX, salvo pelas luvas, ao invés de sapatos, que levam nos seus pés preênseis. Os caçadores alvejam vários dos humanos por puro desporto, inclusive o médico Levain, e capturam outros, inclusive o protagonista.

Ulysse é levado cativo para a cidade símia, que lembra muito qualquer cidade terrena do século XX, exceto por parte da mobília, mais adaptada ao uso por macacos. Enquanto a maioria dos humanos apreendidos pelos caçadores é vendida para trabalhos manuais, o protagonista acaba numa repartição de pesquisadores que fazem experimentos sobre a inteligência humana, que são como os experimentos de Pavlov em condicionamento comportamental de cães. Neles o protagonista prova a sua superioridade inteletual ao resistir ao condicionamento.

Levado a uma dos pesquisadores, a dra. Zira, uma chimpanzé, o astronauta inicia a aprendizagem da língua símia e diversas coisas acerca do planeta dos macacos. Em dado momento, é liberto da sua jaula, conhece o noivo de Zira, chamado Cornélius, um cientista jovem porém muito conceituado. Com a ajuda de Cornélius, ele consegue a oportunidade de fazer um discurso diante do presidente símio e vários representantes, e são-lhe dadas roupas feitas sob medida. Ele é levado a conhecer a cidade e aprende mais da civilização e História dos macacos. Eles têm uma sociedade bastante antiga, mas as suas origens perderam-se no tempo. Dividem-na entre gorilas violentos, orangotangos pedantes e chimpanzés intelectuais. A sua tecnologia e cultura progrediram lentamente através dos séculos.

Embora o protetor chimpanzé do protagonista esteja certo da sua sapiência, os orangotangos, que regem a sociedade, acreditam que ele finja entendimento da língua, porque a sua filosofia não permite pensar em humanos inteligentes.

Ao engravidar a humana primitiva Nova, a quem conheceu na floresta no início da sua visita ao planeta, prova-se que são da mesma espécie, o que demove dele perante os macacos. Entretanto, investigam-se novas descobertas arqueológicas associadas a análises da memória residual em cérebros humanos. A evidência descoberta instiga o medo nos símios, por preencher uma lacuna na História símia: num passado distante, o planeta era dominado por seres humanos, que construíram uma sociedade altamente tecnológica e escravizaram os macacos a trabalhos manuais penosos. Ao longo do tempo, os humanos tornaram-se mais e mais dependentes dos macacos, até serem tão desleixados e inábeis que caíram sob as mãos dos seus servos simianos, decaindo ao estado em que Ulysse os encontrou.

Enquanto alguns macacos rejeitam tais evidências, outros tomam-na por sinal de que os humanos são uma ameaça e que devem ser exterminados. Especialmente um cientista orangotango, o dr. Zaius. Porém, o protagonista consegue escapar do planeta com Nova e o seu filho recém-nascido, regressando à Terra na espaçonave do professor.

Novamente, a viagem dura muitos séculos, mas os tripulantes da nave sentem-na como apenas alguns anos. Ao pousarem na Terra, mais de 700 anos depois da sua partida primeira, aterram nas cercanias da cidade Paris. Contudo, uma vez fora da nave, o astronauta descobre que o planeta foi dominado por macacos inteligentes como os do planeta de onde acabara de fugir. Ele sai de volta ao espaço, escreve a sua história, põe na garrafa, e lança-a ao espaço para que alguém a encontre.

O livro conclui retornando ao casal que encontrou a garrafa, que se revelam macacos. Eles zombam da impossibilidade de humanos terem algum dia sido avançados o suficiente para construir espaçonaves, e concluem que a história toda deva ser uma piada de alguém.

O filme teve quatro sequências, nenhuma alcançou o êxito do filme original. Em 2001 foi refilmado por Tim Burton, com o conteúdo parcialmente modificado.

Planeta dos Macacos – A Origem
Nele, James Franco vive um cientista à procura de uma cura para o Mal de Alzheimer que acaba descobrindo uma espécie de vacina que ajuda na recuperação da doença, mas vê tudo fracassar quando sua cobaia, a macaca apelidada “Olhos Azuis”, põe a pesquisa a perder em um ataque de fúria que faz com que a Empresa feche todo projeto. Will (Franco) então, na tentativa de salvar o filho da macaca, acaba levando-o para casa e logo descobre que, talvez, sua pesquisa ainda não tenha terminado.

É ai que entra em cena o macaco Cesar, que se descobre super-desenvolvido graças à vacina da mãe e dá a Will a oportunidade de então arrumar uma cura para seu pai. Cesar comanda um batalhão de macacos em direção a suas liberdades e os direitos de serem reconhecidos como mais que cobaias e bichos de estimação.

O filme tem todo esse lado politicamente correto, lutando contra os abusos que essas pobres criaturas sofrem, mas é com muita sutileza que nada disso parece ganhar uma bandeira a ser erguida, mas apenas um caminho a ser seguido. Tremendamente bem estruturado, seu roteiro constrói esse conflito onde os macacos são os verdadeiros heróis e faz ser impossível não torcer para esse monte de símios.

Games – Donkey Kong

Donkey Kong é um personagem dos videogames criado em 1981, por Shigeru Miyamoto. O macaco mais famoso da Nintendo foi criado juntamente com outro fenômeno dos videogames: Mario! No primeiro jogo da série, Mario (Jumpman) tinha que salvar a princesa do terrível Donkey Kong. Após isso, em outro jogo, a história se inverteu, Donkey Kong Jr. deveria salvar seu pai do terrível Mario. Parece hilário, mas é verdade, Donkey Kong e Mario, talvez os maiores sucessos da Nintendo e dos videogames, nunca se entenderam.


Depois do sucesso de Mario, os personagens foram separados e para cada um deles foi criada uma seqüência particular. O último jogo antes do upgrade do SNES foi Donkey Kong 3, em que o macaco invadia uma estufa e era perseguido pelo seu dono.

Após todo o sucesso, em 1994 a Nintendo apostou no personagem e pediu ao estúdio Rareware para criar um outro game para Donkey Kong, o Donkey Kong Country. O resultado disso foi um verdadeiro upgrade na história dos videogames! O jogo feito para SNES impressionou a todos pelos gráficos jamais vistos em consoles de 16 bits, transformando o jogo em um sucesso total. Uma prova disso são as duas continuações do game, "Donkey Kong Country 2: Diddy's Kong Quest" e "Donkey Kong Country 3: Dixie Kong's Double Trouble".

Os jogos foram adaptados para Game Boy e Game Boy Advance. Em 1999 foi lançado o Donkey Kong 64, para Nintendo 64. O sucesso mais recente do macaquinho é o Donkey Konga, feito para Gamecube. Um pouco diferente do estilo tradicional, é um jogo envolvendo música e ritmo.

Já foram vendidos mais de 48 milhões de jogos da franquia Donkey Kong.

Outro Simio só que gigante

King Kong é um personagem de cinema, um gorila gigante, famoso pelo clássico filme King Kong. O nome do primata é Kong, sendo o prenome King (Rei, em português), dado pelos promotores da desastrosa exibição pública em Nova York, contada no filme.


Um cinegrafista fracassado, em sua tentativa desesperada de fazer um best-seller, contrata uma atriz recém-desempregada chamada Ann Darrow e embarca em um navio fretado para a Ilha da Caveira. Lá, eles encontram uma tribo de nativos que veneram um gorila gigante, de nome Kong. Ann Darrow é sequestrada e oferecida como sacrifício a Kong. Para recuperá-la, os tripulantes, o cinegrafista e o escritor do filme têm que enfrentar dinossauros, insetos gigantes e o próprio gorila, que se apaixonou pela atriz.


Depois de resgatada, Ann Darrow tenta libertar Kong do cinegrafista, que teve a idéia de exibí-lo na Broadway e lucrar com isso. Kong escapa e destrói quase toda a cidade em busca de sua amada. A cena final, no Empire State Building, é uma das cenas mais reproduzidas da história, aparecendo até em desenhos infantis e comédias.

Seria realmente o planeta dos macacos? É isso, que querem nos dizer através de filmes, games e sobretudo, através de uma equivocada visão sobre a Origem das Espécies. Acreditar que viemos de um jardim Zoológico e não Edênico (Jardim do Édem) é uma das grandes perocupações do inimigo de Deus.


Enquanto a Palavra de Deus nos diz: "Que somos feitos a imagem e semelhança Dêle", é uma contribuição de Satanás fazer acreditar que nada temos a haver com o Ser Criador... somos frutos do mero acaso... de uma sorte matemática evolutiva.

Nada contra os macacos, pois são criaturas feitas por Deus... porém, três coisas são certas: Somos a imagem e semelhança de Deus, viemos de um processo criativo e não evolutivo, e é Satanás que está por detrás do conceito que distiui a Deus de Sua verdadeira ação.

Um abraço,
Sidney

Veja também nas seguintes línguas:
Rise of the planet of the apes
El planeta de los simios
Planet der Affen
人猿星球
La Planète des singes
Il pianeta delle scimmie
猿の惑星
Планета обезьян

3 comentários:

  1. Somos filhos de Deus... temos um Pai do qual somos a Sua Imagem e Semelhança.

    ResponderExcluir
  2. Ótima análise e perspectiva, sem falar da mensagem principal: Somos filhos de Deus criados à sua semelhança, ou seja, o que nos diferencia das demais espécies, além da aparência é a inteligência e percepção. Deus seja louvado por seu infinito amor.

    ResponderExcluir
  3. eu sou desbravador e nao acredito na existência de deus pós a evolução ta mas certa

    ResponderExcluir